segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

10 dicas para melhorar a concentração nos estudos

Você é daqueles que tenta, tenta, mas não consegue se concentrar por muito tempo nos estudos?  Pois saiba que existem algumas técnicas e hábitos que podem te ajudar. Veja aqui 10 dicas para melhorar a concentração nos estudos.
Estudar nem sempre é uma das atividades mais prazerosas. Além disso, o nosso cérebro parece estar treinado a nos enganar: ele se concentra em um jogo virtual, por exemplo, mas se distrai facilmente na hora de encarar um livro de estudos.
A solução pode estar na organização e elaboração de estratégias de estudo para treinarmos o nosso cérebro a ser fiel. Um estudo concentrado pode poupar tempo e gerar resultados mais satisfatórios e com qualidade, independentemente da quantidade de horas de estudo por dia.

Dicas para melhorar a concentração nos estudos

Confira dez dicas que podem ajudar a manter o foco. Teste cada uma delas e veja quais se adaptam melhor a você.
1- Leia e escreva
O estudo feito só por meio da leitura não é tão eficiente. O estudante pode se pegar facilmente distraído no decorrer das páginas. Por isso, escreva! Faça esquemas, transcreva partes importantes e organize resumos. Quem escreve consegue assimilar melhor o conteúdo e tê-lo por mais tempo na mente.
2– Escreva a mão
Com os teclados dos computadores e smartphones, escrever a mão pode soar meio antigo ou ainda gerar um pouco de preguiça. No entanto, estudos mostram que, enquanto a pessoa escreve, uma linha de raciocínio é formada e a atenção naquilo que se escreve é bem maior do que se ela estivesse digitando.
3– Afaste interferências
A hora do estudo deve ser sagrada, por isso, afaste tudo que possa lhe chamar a atenção e desviar o foco. Se possível, desligue ou mantenha no silencioso aparelhos telefônicos, feche páginas da internet alheias ao conteúdo de estudo, desligue a televisão. Separe apenas o material de estudo e concentre-se nele.
4– Mapas mentais e cores
No tópico sobre escrever a mão, relatamos a importância dessa prática, mas não se trata de sair escrevendo todo trecho dito importante. O ideal é utilizar esquemas, os ditos mapas mentais: informações sucintas que se inter-relacionam com outras. E mais: usar cores. Setas coloridas, palavras grifadas em outro tom, “caixas de atenção”, que atraem o olhar do estudante para alguma informação em destaque.
5– Estude Sozinho
Estudar em grupo pode até parecer interessante para compartilhar conhecimento, mas, em um primeiro momento, é melhor que o estudante opte por realizar a atividade sozinho. Afinal, com os colegas, o estudo pode ser desfocado por conversas paralelas, e a qualidade do aprendizado, prejudicada. Para os professores, uma boa ideia é explicar a matéria para si mesmo, como se estivesse dando uma aula.
6– Revise a matéria
De nada adianta você estudar um cronograma inteiro e só no final realizar a revisão. O processo de revisão deve ser contínuo, por isso, releia a matéria dada em sala de aula no mesmo dia. Além disso, tire um dia no final de semana para revisar a matéria da semana e realizar exercícios. Essa prática deixa seu cérebro mais acostumado à rotina.
7– Organize o local de estudo
Antes de começar, deixe tudo que você precisa organizado e separado: livros, cadernos, canetas, computador. Estudar em um local onde as coisas estão bagunçadas pode tirar sua concentração. O simples fato de ter que procurar por uma caneta já pode desviar a sua atenção para outras coisas.
8– Cronograma de estudo
É fundamental que o estudante elabore um cronograma de estudo e, principalmente, que esse cronograma atenda o seu ritmo. Estudar com organização de tempo e conteúdo pode ser mais eficiente e gerar bons resultados. O estudo aleatório causa desconcentração, uma vez que não se segue uma rotina, e o cérebro acaba vendo cada dia uma coisa diferente. Além disso, é importante respeitar o seu tempo de estudo. É melhor você estudar três horas por dia com bastante concentração do que seis horas sem a atenção devida.
9– Cuide da saúde
Esteja fisicamente bem ao iniciar os estudos. Alimente-se e durma bem. Estudar com fome ou sono não será proveitoso. É preciso ter energia para ter um bom rendimento. Atividades físicas regulares também podem ajudar nesse período.
10– Crie um “ritual”
Todo dia antes de começar a estudar, crie um pequeno ritual, seja levar uma jarra de água para a mesa, seja organizar os livros de acordo com o que se vai estudar no dia. Sente-se, respire fundo e mentalize todo o conteúdo que deverá ser visto, a sequência de estudos, os exercícios. Dessa maneira, seu cérebro irá se acostumar que a partir daquele momento não tem brincadeira mais, é hora de estudar.
Experimente esses pequenos hábitos e mude seu jeito de estudar. A concentração nos estudos é essencial.

Pensadores nacionais no congresso educacional do ano

Os principais pensadores nacionais e grandes especialistas da área educacional serão palestrantes do GEduc 2016: Superando Desafios – Gestão para resultados e oportunidades de crescimento, que será realizado de 30 de março a 01 de abril de 2016, no Hotel Maksoud Plaza, São Paulo – SP.
A proposta do evento é proporcionar aos mantenedores, reitores, diretores e gerentes de instituições de ensino básico e superior discussões sobre modernas práticas gerenciais e tendências de mercado, com uma abordagem inovadora de temas de extrema relevância, não só para a melhoria do ensino, mas para a eficácia da gestão das instituições. O Congresso é a oportunidade que os executivos de todos os segmentos da educação têm de aperfeiçoar seus conhecimentos, explorar novas visões de mercado e criar conexões com outros gestores de diversas instituições de todo o Brasil, ampliando seus horizontes e expandindo sua rede de contatos.
O evento é conhecido por contemplar diversas atividades simultâneas, direcionadas a assuntos específicos, indispensáveis aos executivos educacionais que acreditam que ter uma visão geral e ampla do negócio é fundamental para se gerir uma instituição de ensino. Os gestores podem participar do evento como um todo ou escolher qual conteúdo se adequa mais à sua necessidade.
O grande destaque de 2016 será a participação do Maestro João Carlos Martins, que ministrará a Palestra Magna com o tema “Superando Desafios” e também fará uma apresentação musical.

Confira a seguir outros keynote speakers do GEduc 2016:

Mario Sergio Cortella: Marcando presença na plenária de abertura do XIV Congresso Brasileiro de Gestão Educacional, o filósofo, escritor e educador apresentará o tema “Da oportunidade ao êxito”, abordando a necessidade de não se ficar acomodado em um momento de mudanças necessárias.
Rodrigo Galindo: O CEO da Kroton Educacional, a maior instituição de educação do mundo (em valor de mercado), com mais de 1 milhão de alunos e 34 mil colaboradores, explanará sobre o assunto “Gestão de resultados”.
Ilona Becskeházy: No primeiro dia do evento, no bloco específico para os gestores do ensino básico, a comentarista do Boletim Missão Aluno da Rádio CBN, colunista da Revista Gestão Educacional e consultora de educação, será debatedora no painel “A busca da excelência pedagógica – a sua escola frente aos resultados: rankings, vestibulares, ENEM”.
Robert WongO fundador e CEO da Robert Wong Consultoria Executiva participará do painel “O jovem digital e o mercado de trabalho – duo instigante” juntamente comRuy Fernando Ramos Leal, Superintendente Geral do Instituto Via de Acesso.
 Eugenio Mussak: O apresentador do programa Papo de Líder na Rádio Estadão participará do I Fórum de Líderes Educacionais.
 Diego Torres Martins: O Fundador e Presidente da Acesso conduzirá o painel intitulado “O sonho e a realidade de um novo paradigma na gestão de pessoas – rompendo com os padrões mentais”.
 Ronaldo Mota: Reitor da Universidade Estácio de Sá será  palestrante no painel “Como formular as melhores trajetórias educacionais, personalizadas e customizadas para cada objetivo?”.
 Os participantes terão também a oportunidade de visitar a XIV Exposição de Produtos e Serviços Educacionais do GEduc e conhecer diversas empresas especializadas em oferecer as melhores soluções para instituições de ensino.
 Conheça a programação completa e inscreva-se no site do GEduc.
 Serviço
GEduc 2016 – Congresso Brasileiro de Gestão Educacional
Data: 30, 31/03 e 01/04/16
Local: Hotel Maksoud Plaza – Alameda Campinas, 150 – Bela Vista, São Paulo – SP
Valores e inscriçõeswww.humus.com.br/geduc
Contato: (11) 5535-1397 | humus@humus.com.br
Organização: HUMUS

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Filho de diarista aprovado em Medicina

Foi com muita emoção que os pais de Samuel Prado Ribeiro, 18, receberam a notícia de que ele havia sido aprovado em medicina na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).
Janete e Jorge Ribeiro não conseguiram conter as lágrimas de orgulho do filho. Ainda mais por ele ser o primeiro da família a entrar na universidade pública. Sua mãe, diarista, só conseguiu estudar até a 5ª série do ensino fundamental. Já o pai, vendedor gráfico, parou de estudar no ensino médio.
"Quando contei para eles o resultado positivo, foi uma festa. Eles se emocionaram muito", lembra Samuel, que estudou em escolas públicas. "Minha família sempre me estimulou a estudar. Minha mãe sempre dizia que eu e meu irmão [de 17 anos e que acabou de terminar o ensino médio] tínhamos que continuar estudando para não passar pelo que ela passou."
resultado do Sisu foi divulgado ontem (18) e a pontuação do estudante foi de 723,60. O jovem ainda aguarda confiante as listas de aprovados da Unesp (Universidade Estadual Paulista), Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e Famema (Faculdade de Medicina de Marília).
"Só de ter passado na UFRGS já é muito gratificante. Ainda mais por ser um curso tão concorrido, um dos mais difíceis. Ter essa sensação de aprovação, de superação dos seus limites, é maravilhoso. Estou muito feliz", conta.
Segredos do aprovado
Até a aprovação foram dois anos de preparação no cursinho popular Cuja-Unifesp*, sendo o primeiro deles cursado junto ao último ano do ensino médio na Etec (Escola Técnica Estadual) Abdias do Nascimento, no bairro Paraisópolis, zona sul de São Paulo.
Samuel estudou em escolas públicas
Samuel estudou em escolas públicas
"Não foi fácil conciliar o cursinho com a escola. Ainda mais na Etec que tem como foco o preparo para o mercado de trabalho. Não que o ensino tenha sido ruim, mas nem todos os professores focavam nos vestibulares", diz o jovem.
Diante da falta de tempo para se dedicar mais aos estudos, Samuel não conseguiu nenhuma aprovação após o primeiro ano de cursinho. Decidiu então rever os erros e acertos do período e tentou uma nova tática de preparação.
"Em 2014 eu fui reprovado pelas exatas. Então decidi que iria focar meus estudos nelas. Fazia um curso especial só para matemática de manhã e a noite eu ia para o cursinho. Mas claro que não deixava as outras matérias de lado", explica. "Ia para a biblioteca às 13h e ficava estudando todos os dias até o começo das aulas. Quando eu voltava para casa, procurava descansar bem e no dia seguinte estudava toda a matéria do dia anterior", acrescenta.
Outra estratégia usada pelo estudante foi dormir. Sim, dormir! Ele percebeu que não descansava o suficiente durante o primeiro ano de estudos. "Achava que estudar exaustivamente iria ajudar a passar. No final, não consegui. Por isso mudei no segundo ano."
Fazer simulados e provas anteriores também foram táticas importantes usadas por Samuel. Ao longo da semana o jovem ainda tinha que bater uma meta de questões resolvidas do Enem. "Eu fiz os últimos oito anos [da prova] da Unifesp", afirma orgulhoso.
Para se manter na UFRGS, em Porto Alegre, Samuel tentará concorrer aos auxílios oferecidos pela universidade. Enquanto a ajuda não vem, sua família fará uma "vaquinha" entre os parentes para que ele não perca a chance de cursar medicina.
*O Cuja é um projeto de ação social vinculado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) criado há quase 15 anos por graduandos e pós-graduandos da universidade.
Fonte: UOL

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Oscar acusado de racismo

Will Smith anunciou seu boicote ao Oscar após os recentes protestos contra a Academia pela falta de indicação de atores negros. O posicionamento do ator, que já foi indicado duas vezes ao prêmio (em 2002 e 2007), era aguardado desde que sua mulher, a atriz Jada Pinkett-Smith, anunciou o boicote no início da semana. Junto com o diretor Spike Lee, Jada foi uma das primeiras a protestar sobre a questão.

Will Smith deu uma entrevista exclusiva para Robin Roberts, âncora do programa "Good Morning America". Ele anunciou que não se sente confortável para participar da maior festa do cinema neste ano. É o segundo ano consecutivo que apenas atores brancos são nomeados. Era esperado que Will fosse indicado por seu trabalho no drama esportivo "Um Homem Entre Gigantes", em que ele interpreta o médico Bennet Omalu.
"Minha mulher não vai participar. Seria estranho se eu aparecesse lá ao lado da Charlize Theron, por exemplo. Nós debatemos isso. Somos parte da comunidade. Mas neste exato momento não estamos confortáveis para estar lá. Vai parecer que está tudo bem", explicou o ator.
Além de Smith, vários atores negros eram cotados para aparecer entre os indicados ao Oscar, por terem apresentados atuações fortes durante o ano, mas foram deixados de fora, entre eles Michael B. Jordan ("Creed: Nascido para Lutar"), Idris Elba ("Beasts of No Nation") e Samuel L. Jackson ("Os Oito Odiados").
Logo após as indicações, internautas retomaram nas redes sociais a campanha #OscarsSoWhite (#OscarMuitoBranco) com a hashtag #OscarsStillSoWhite (#OscarAindaMuitoBranco), que logo entrou nos assuntos mais comentados do Twitter.
A presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs, que também é negra, se pronunciou sobre a questão e se disse "frustrada". Depois de Jada Pinkett-Smith e Spike Lee, outros artistas também apoiaram a causa. Tyrese Gibson, de "Velozes e Furiosos" elogiou os protestos e foi além, dizendo que Chris Rock deveria desistir de apresentar a premiação neste ano. O humorista ainda não se pronunciou. 

Postou no facebook e perdeu benefício

Uma segurada que recebia auxílio-doença por depressão perdeu o benefício do INSSpós postar fotos felizes no Facebook. As imagens de passeios em cachoeiras divulgadas na rede social, com legendas como “não estou me aguentando de tanta felicidade”, foram usadas como prova pela Advocacia-Geral da União (AGU) para provar que ela não estava incapacitada por quadro depressivo grave e poderia retornar ao trabalho.

Em novembro de 2013, um perito havia atestado que a profissional apresentava depressão grave e a declarou incapaz temporariamente para o trabalho. Em abril de 2014, outro médico confirmou o quadro psiquiátrico e estendeu o benefício por mais três meses.
Entretanto, a Procuradoria Seccional Federal (PSF) em Ribeirão Preto (SP) demonstrou que a segurada não apresentava os sintomas de pessoas com depressão grave. Os procuradores federais ressaltaram que o quadro clínico da doença “caracteriza-se por humor triste, perda do interesse e prazer nas atividades cotidianas, sendo comum uma sensação de fadiga aumentada”
Por outro lado, as publicações na rede social feitas pela trabalhadora mostram passeios em cachoeiras, acompanhadas por frases que demonstram alegria, como “não estou me aguentando de tanta felicidade”, “se sentindo animada” e “obrigada, senhor, este ano está sendo mais que maravilhoso”.
Com essas provas, o perito reviu o laudo médico anterior. O Juizado Especial Federal Cível de Ribeirão Preto considerou abril de 2014 como a data em que cessou a incapacidade da trabalhadora. A decisão evitou o pagamento de benefício indevido.

10 livros que todo professor deve ler

Olá, professores!

Com as mudanças que aeducação vem sofrendo nos últimos tempos, o educador se tornou uma profissão que deve estar em constante atualização. Nesse sentido, tanto o profissional que já trabalha na área quanto o que está em início de carreira vai gostar destes 10 livros para quem deseja ser professor.
Todos concordam que a leitura é essencial para a formação de um docente. Então, para fazer esta lista, o blog Livros só mudam Pessoas consultou Gisela Wajskop, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), que deu 10 sugestões de livrosque vão auxiliar tanto quem está se preparando para embarcar na rotina escolar como quem já vive nela.

Livros para professores

1- As Cem Linguagens da Criança: Reggio Emilia – Vol. 1 e 2

“Clássico mundial a respeito do trabalho com a Educação Infantil na cidade italiana Reggio Emilia, aclamada como a melhor do mundo há 50 anos. Oferece importante reflexão sobre como as crianças são concebidas e suas aprendizagens baseadas nas relações, no contexto social e cultural e aponta para a importância da documentação pedagógica.”
  • Autores: Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Forman
  • Editora Penso

2- Alfabetização em Processo

“Escrito há vinte e cinco anos, contribui para que os aprendizes de professores compreendam os caminhos percorridos pelas crianças no processo de aquisição da representação escrita da linguagem e da representação por escrito de quantidades e operações.”
  • Autora: Emilia Ferreiro
  • Editora Cortez

3- Afinal, O Que Os Bebês Fazem no Berçário? – Comunicação, autonomia saber-fazer de bebês em um contexto de vida coletiva

“Registro da pesquisa desenvolvida no mestrado pelo jovem autor sobre quais ações dos bebês emergiam de suas experiências em contextos de vida coletiva e que impactos as mesmas criam nas práticas docentes dos adultos responsáveis. Coloca em evidência uma etapa infantil pouco valorizada nos cursos de Pedagogia.”
  • Autor: Paulo Fochi
  • Editora Penso

4- Professora Sim, Tia Não – Cartas a Quem Ousa Ensinar

“Paulo Freire deve estar presente em toda biblioteca de nossos futuros professores. E este título, em especial, discute a profissionalidade docente, reflexão tão necessária nos dias de hoje.”
  • Autor: Paulo Freire
  • Editora Olho d’Água

5- O trabalho Docente – Avaliação, valorização, controvérsias

“Bernardete Gatti é o principal nome da pesquisa nacional que revela, denuncia e defende as condições da profissão docente no Brasil. Todo professor precisa conhecê-la e pensar sobre as importantes questões que suas pesquisas revelam.”
  • Autora: Bernadete A. Gatti
  • Editora Autores Associados – Fundação Carlos Chagas

6- A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho – O conhecimento é um caleidoscópio

“Ainda que possa ser complementado por textos mais recentes, o livro mantém atualidade ao contribuir com uma discussão sobre a organização do currículo por meio de projetos que estimulam a resolução de problemas em equipe, a fim de estimular o pensamento crítico e a produção autoral e ofertar uma alternativa concreta para a pedagogia informativa e memorizadora.”
  • Autores: Fernando Hernández e Montserrat Ventura
  • Editora Penso

7- O Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas – Crônicas brasileiras

“Histórias possíveis de práticas pedagógicas realizadas em diferentes creches e pré-escolas brasileiras podem servir de modelo afirmativo para aqueles estudantes que ainda desvalorizam o trabalho com a primeira infância. Fácil de ler, mas profundos por dar a voz a outros professores.”
  • Organização: Ana Maria Mello
  • Editora Artmed

8- A Matemática em Sala de Aula – Reflexões e propostas para os anos iniciais do Ensino Fundamental

“Smole é uma pesquisadora brasileira que propõe uma reflexão importante sobre como ensinar Matemática a partir das salas de aula e escolas brasileiras. Sua leitura é um importante ponto de partida para desconstruir os mitos negativos em torno do ensino da disciplina.”
  • Organizadores: Katia Stocco Smole e Cristiano Alberto Muniz.
  • Editora Penso

9- A Prática Educativa – Como Ensinar

“Este livro também é um clássico da Pedagogia ativa e construtivista baseada na prática intencional e organizada do professor. Bom começo para que os aprendizes de docentes possam compreender seu papel como planejadores e organizadores dos conteúdos de ensino, assim como da gestão do tempo e do espaço da sala de aula por meio de pautas e orientações justificadas pela função social do ensino e pela concepção dos processos de aprendizagem.”
  • Autor: Antoni Zabala
  • Editora Artmed

10- Itinerários pela Educação Latino-Americana – Caderno de viagens

“Esse título visa contextualizar o ensino brasileiro em relação a outros países, ajudando os aprendizes de docentes a compreender a profissão quanto questões nacionais numa perspectiva comparativa com a América Latina.”
  • Autora: Rosa María Torres
  • Editora Artmed
Professor: atualiza-se! Estes livros vão te ajudar.
Boa leitura!
Até.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

7 Maneiras de Superar o Fim de um Relacionamento.

Fim de um Relacionamento é sempre difícil, independente do tempo em que o casal ficou junto. Até mesmo relacionamentos ruins podem deixar um certo “buraco” emocional. Talvez o ser humano tenha sido feito para viver com outras pessoas. Mesmo relacionamentos ruins podem oferecer uma certa parceria e a possibilidade de contar com a outra pessoa em alguns momentos.Apesar de muitos tentarem, o período de luto não pode e nem deve ser ignorado, já que ele é fundamental não só para que você supere o ex, mas também para que descanse e retome o fôlego para a próxima relação. 

1. Fique um tempo longe: É difícil esquecer alguém que você vê o tempo todo, por isso é fundamental evitar encontros com o (a) ex. Deixe de frequentar os locais que ele/ ela costuma ir, é claro que em alguns casos isso é difícil como, por exemplo, se seu/sua ex é do trabalho, faculdade ou escola. Entretanto quando for possível evite em vê-lo (a) por pelo menos três meses, esse é o tempo para se superar a ausência de alguém que se vê no dia a dia.
2. Procure enriquecer sua vida: Vá atrás de experiências novas e diferentes, saia da sua zona de conforto e descubra novos interesses. Além de te distrair e dar novo ânimo, essa atitude te trará novas paixões, que tornarão sua vida mais completa e garantirão que, na próxima desilusão, você não sinta um vazio tão grande.
3. Não Tenha Medo de Chorar: Parece meio estranho não é? porém É isso mesmo, chorem! Se você precisa chorar por uma semana inteira, chore. Segurar o choro só vai piorar as coisas e prolongar o processo de superação do fim de um relacionamento.
4. Fortaleça a sua Autoestima: Após o fim de um relacionamento ela costuma ficar baixa, seja por que nos sentimos culpados pela relação não ter dado certo ou por sentir que fomos abandonados. Ao invés de ficar na fossa, cuide mais de si mesma (o) se vista bem e dê um trato na aparência, esse também é um sinal de que está deixando o passado para trás. Na postagem Como melhorar a autoestima está algumas dicas para melhorar o seu amor próprio.
5. Planos Para o Futuro: Foque em seguir adiante fazendo você mesma um plano de um ano. Escreva todas as coisas que quer conseguir no próximo ano ou algo do tipo e mantenha-se nele. Faça tudo que sempre quis mas nunca teve tempo. Se aquele cara te segurava de realizar seu sonho, corra atrás do sonho agora e mostre a seu ex que não precisa dele.
6. Ocupe o seu tempo: Não dá para negar que um relacionamento ocupa muito do nosso tempo, e quando ele acaba ficamos com muitas horas sobrando. Se esse espaço não for preenchido com alguma coisa, essa ociosidade pode se converter em tristeza. Por isso aproveite e comece a realizar coisas que antes não tinha disponibilidade para fazer, sai mais e divirta-se!
7. Busque um Novo Amor: Dizem que para esquecer um amor antigo só um novo amor resolve. Sou contra esse tipo de pensamento, pois acredito que se deve aprender a ser feliz sozinho, quando se está feliz sozinho (a) consegue-se ser feliz ao lado de qualquer pessoa. Entretanto eu entendo que nem todo mundo tem essa capacidade, nesse caso um novo relacionamento pode ser a solução.