quinta-feira, 28 de abril de 2011

*HOSPITAL PSIQUIÁTRICO - O TESTE DA BANHEIRA.

 Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao
 diretor:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado
 aqui?
O diretor respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um
 copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
 - Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é
 maior que o copo e a colher.
 - Não! - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O
 que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
  Agora diz a verdade...vc tb escolheu o balde, né?


  "As vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta
 saber enxerga-las".

quarta-feira, 27 de abril de 2011

 SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR 100 REAIS E  DEVER 100 REAIS  PELO MESMO TEMPO, NO ATUAL SISTEMA TRIBUTÁRIO E FINANCEIRO NO BRASIL.
 
               VEJAMOS A DIFERENÇA
              Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança
 em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do
 Real), teria hoje na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00 (Trezentos
 e Setenta e Quatro Reais).
 
 
 Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no
 Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de
 R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove
 Reais), no mesmo banco.
 
 
 Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9
 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 3
 pneus.
 Não é à toa que o Bradesco teve quase R$ 2.000.000.000 (Dois Bilhões
 de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre, seguido de perto do
 Itaú e etc...
  
 Dá para comprar um outro banco por semestre!
 
 E os juros exorbitantes dos cartões de crédito?
 
 VISA cobra 10,40 % ao mês
 CREDICARD cobra 11,40 % ao Mês.
 Em contrapartida a POUPANÇA oferece 0,62 % ao mês. 


 Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já!

NOTA DO SECRETÁRIO DE CULTURA DA PARAIBA


O secretário de Estado da Cultura da Paraíba, Chico César, emitiu nota nesta segunda-feira (18/04/2011), esclarecendo que o objetivo do Governo não é proibir ou impedir que eventos sejam organizados com tendências musicais diversas, mas sim, direcionar os recursos públicos para incentivar o fortalecimento e o resgate da cultura paraibana e nordestina.
  Segue na íntegra a nota do secretário:
 "Tem sido destorcida a minha declaração, como secretário de Cultura, de que o Estado não vai contratar nem pagar grupos musicais e artistas cujos estilos nada têm a ver com a herança da tradição musical nordestina, cujo ápice se dá no período junino. Não vai mesmo. Mas nunca nos passou pela cabeça proibir ou sugerir a proibição de quaisquer tendências. Quem quiser tê-los que os pague, apenas isso. O Estado encontra-se falto de recursos e já terá inegáveis dificuldades para pactuar inclusive com aqueles municípios que buscarem o resgate desta tradição.
São muitas as distorções, admitamos. Não faz muito tempo vaiaram Sivuca em festa junina paga com dinheiro público aqui na Paraíba porque ele, já velhinho, tocava sanfona em vez de teclado e não tinha moças seminuas dançando em seu palco. Vaias também recebeu Geraldo Azevedo porque ele cantava Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em festa junina financiada pelo governo aqui na Paraíba, enquanto o público, esperando a dupla sertaneja, gritava “Zezé cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”.
Intolerância é excluir da programação do rádio paraibano (concessão pública) durante o ano inteiro, artistas como Parrá, Baixinho do Pandeiro, Cátia de França, Zabé da Loca, Escurinho, Beto Brito, Dejinha de Monteiro, Livardo Alves, Pinto do Acordeon, Mestre Fuba, Vital Farias, Biliu de Campina, Fuba de Taperoá, Sandra Belê e excluí-los de novo na hora em que se deve celebrar a música regional e a cultura popular”.
 Chico César
Secretário de Estado da Cultura

Projeto obriga eleitos a matricularem filhos em escolas públicas.





 
http://www.umaconquistaonline.com.br/wp-content/uploads/Cristov%C3%A3o.png

Uma ideia muito boa do Senador Cristovam Buarque.

Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. 

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. 
O projeto 
PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
Matéria esta aguardando designação de Relator desde 14/01/2011, fique atento!
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007 
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.


PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES. 


IDEIA SENSACIONAL!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Filósofos na Política !


Este homem faz jus a afirmação de Aristóteles !


Biografia

Ele casou-se em primeiras núpcias com Dominique Meunier, com quem teve uma filha, Gabrielle. Após o seu divórcio, ele contraído matrimônio com Marie-Caroline Becq de Fouquières e teve 2 outras crianças.
Ele foi Ministro da Educação Nacional, França, sob o governo de Jean-Pierre Raffarin de 2002 a 2004.

[editar]Pensamento

Ele critica algumas tendências do ambientalismo no seu livro A Nova Ordem Ecológica. Na conferência, 9 de Abril de 2005 na Sorbonne, com o tema "O que é filosofia? ". Ele a define como uma soteriologia, isto é, uma doutrina da salvação. É, portanto, um concorrente dos grandes religiões. A filosofia não é uma reflexão crítica.
De acordo com Ferry, uma filosofia começou a ser completa quando ela se afasta de Deus. Quanto mais a filosofia for ateia, mais corresponde à definição de filosofia.

[editar]Formação e Carreira profissional

O ensino secundário no Liceu Saint Exupery Mantes, então em casa pelo Centro Nacional para Educação a Distância (CNED).
Graduação na Universidade de Paris-IV e da Universidade de Heidelberg.
Professor de Filosofia (1975-1982) (atribuído à Escola Normal de Arras de 1977 a 1979, em destacamento no CNRS como pesquisador associado de 1980 a 1982, professor na Universidade de Reims, em seguida, École Normale Supérieure, as Universidades de Paris X e de Paris I)
Doutor de Estado em Ciência Política (1981)
O professor (medida de agregação de Ciência Política 1982): Institut d'Etudes Politiques de Lyon (1982-1988)
Universidade de Caen (1989-1996)
Universidade de Paris VII (1996)
Ex-presidente do Currículo Nacional do Ministério da Educação Nacional
Ex-colunista para o evento de quinta-feira, o Expresso, em seguida, ao ponto bimestral desafios econômicos
Prospectivo comissão membro da Vivendi Universal
Membro do Conselho Econômico e Social como um membro do grupo de personalidades qualificadas membro da Secção de Relações Externas
Responsável, em Junho de 2006 pelo Presidente da UMP uma "missão de reflexão" sobre casamento gay e homossexuais, a missão que ele decida parar vários meses
Desde Julho de 2007, um membro da reflexão sobre a modernização e ao reequilíbrio das instituições estabelecidas pelo Presidente da República Nicolas Sarkozy.

segunda-feira, 28 de março de 2011

EDUCAÇÃO: Desabafo de um empresário gaucho.

BRASIL EDUCAÇÃO:  EMPRESÁRIO DE SÃO LEOPOLDO


Silvino Geremia é empresário em São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul.
Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME:



São Leopoldo tem um dos menores índices de analfabetismo e de mendicância do país, talvez por causa de homens como este!

"Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei .

Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.

Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá.

Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo.

Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.

Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto.

Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.

Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários?

Eu honestamente acho que não.

Por isso recorri à Justiça.

Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado.

Estou revoltado.

Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes.

O Estado brasileiro está completamente falido.

Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico.

A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado.

E quem é o Estado?

Somos todos nós.

Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.

Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado.

Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz.

Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar..

As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas.

A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.

Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz.

E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.

Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo.

Somente consequi completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica.

Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.

Eu precisava fazer minha empresa crescer.

Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar.

Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo.

A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.

O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais.

Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe.

Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.

Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer...

E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade.

O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia.

No mínimo, ele trabalhará mais feliz.

Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz.

Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.

Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes.

Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas .

Mas infelizmente não consigo fazer isso.

Eu sou um teimoso.

No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta.

Quem vai fazer no seu lugar?

Até agora, tem sido a iniciativa privada.

Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.

As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais.

Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários.

Não é o meu objetivo.

Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso:

as pessoas.